“A televisão me deixou burro, muito burro demais Agora todas coisas que eu penso me parecem iguais” ARNALDO ANTUNES |
Todos nós sabemos que a televisão é um poderoso instrumento de comunicação.
A cada dia em que sobrevivo neste mundo tão manipulador, percebo o quão pequenas são as perspectivas de ascensão social e econômica das pessoas. Pois os brasileiros – fato marcante atual – tendem a se contentar com muito pouco, e principalmente com o que lhes é dado nas mãos, sem que tenham que fazer nenhum simples esforço.
Neste meio, a televisão é vista como um meio de transporte dos seus desejos mais profundos e “irrealizáveis”. Um meio de comunicação que transporta sonhos de uma vida apenas utópica, com meras ilusões de algo que acontece apenas na TV. E a novela, para completar, é tomada como um meio de caracterização desta vida sonhada pela população. Pessoas com pouca ou sem instrução, que vêem os personagens como pessoas ideais, seres distantes e inatingíveis, que vivem em uma tela de vidro onde não podem ser tocados, pois são pessoas especiais, dotadas de algo mais, que eles não têm. E isso, retira da novela todo o caráter literário que possuía quando da sua criação. Perde-se, portanto, parte da magia de seu valor real. Mas como tudo tende a se adaptar ao público-alvo... a novela (e a televisão em geral) passa a ser um meio de manipulação e de entretenimento das pessoas incultas, que chegam cansadas dos seus martirizantes trabalhos, e necessitam fugir da sua realidade, adentrando na vida de personagens idealizados. Para tanto, torna-se, a televisão, um meio alienador de mentes de pessoas sem discernimento para criticar o que lhes é passado. Pessoas submissas que passam a viver como as máquinas de seus trabalhos, manipuladas a fazer somente aquilo que lhes é imputado fazer. Não podem virar o pescoço e nem processar as informações, mas apenas reagir aos estímulos de on ou off, entrando ou saindo do ar conforme for solicitado. E os telejornais não fogem aos objetivos televisivos, assumindo uma postura de enganador da grande massa, transmitindo informações a fim de criar uma falsa imagem de que a situação do grande “povão” melhora a cada dia. E com isso, as pessoas passam a crer que todos aqueles percentuais sem nenhuma fundamentação prática em suas vidas são parte de suas realidades.
A todo o momento somos bombardeados pela alta tecnologia e pela evolução digital, por isso agora encontro-me pensativa e tampouco saberei responder se tudo isso que pensamos vivemos e presenciamos no novo milênio é real ou digital. Será isso uma revolução, uma evolução ou uma “involução”?
Neste meio, a televisão é vista como um meio de transporte dos seus desejos mais profundos e “irrealizáveis”. Um meio de comunicação que transporta sonhos de uma vida apenas utópica, com meras ilusões de algo que acontece apenas na TV. E a novela, para completar, é tomada como um meio de caracterização desta vida sonhada pela população. Pessoas com pouca ou sem instrução, que vêem os personagens como pessoas ideais, seres distantes e inatingíveis, que vivem em uma tela de vidro onde não podem ser tocados, pois são pessoas especiais, dotadas de algo mais, que eles não têm. E isso, retira da novela todo o caráter literário que possuía quando da sua criação. Perde-se, portanto, parte da magia de seu valor real. Mas como tudo tende a se adaptar ao público-alvo... a novela (e a televisão em geral) passa a ser um meio de manipulação e de entretenimento das pessoas incultas, que chegam cansadas dos seus martirizantes trabalhos, e necessitam fugir da sua realidade, adentrando na vida de personagens idealizados. Para tanto, torna-se, a televisão, um meio alienador de mentes de pessoas sem discernimento para criticar o que lhes é passado. Pessoas submissas que passam a viver como as máquinas de seus trabalhos, manipuladas a fazer somente aquilo que lhes é imputado fazer. Não podem virar o pescoço e nem processar as informações, mas apenas reagir aos estímulos de on ou off, entrando ou saindo do ar conforme for solicitado. E os telejornais não fogem aos objetivos televisivos, assumindo uma postura de enganador da grande massa, transmitindo informações a fim de criar uma falsa imagem de que a situação do grande “povão” melhora a cada dia. E com isso, as pessoas passam a crer que todos aqueles percentuais sem nenhuma fundamentação prática em suas vidas são parte de suas realidades.
A todo o momento somos bombardeados pela alta tecnologia e pela evolução digital, por isso agora encontro-me pensativa e tampouco saberei responder se tudo isso que pensamos vivemos e presenciamos no novo milênio é real ou digital. Será isso uma revolução, uma evolução ou uma “involução”?
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